Projeto Educar para Salvar de Feliz já capacitou mais de 1250 pessoas
Iniciado em 2021, o projeto visa capacitar professores e funcionários da rede de educação, a comunidade, empresas, instituições privadas do município, os jovens e até crianças para atuarem no caso de uma emergência como potenciais socorristas.
18/12/2023 às 14:09 por Larissa Schwade
Uma capacitação que pode salvar vidas. Com esse lema, o projeto Educar para Salvar realizado no município de Feliz oportuniza treinamento em Primeiros Socorros, coordenado pelo Núcleo Municipal de Gestão da Educação em Saúde Coletiva (Numesc). A iniciativa é muito mais que um curso de capacitação: ele pode salvar vidas.
Iniciado em 2021, o projeto visa capacitar professores e funcionários da rede de educação, a comunidade, empresas, instituições privadas do município, os jovens e até crianças para atuarem no caso de uma emergência como potenciais socorristas.
O Educar para Salvar já capacitou 1.258 pessoas, até agora, sendo 134 profissionais de saúde; 384 alunos; 111 idosos de grupos de convivência; 223 colaborados de empresas do município; 130 leigos da comunidade
276 professores e funcionários de escolas;
O treinamento é realizado para grupos de até 20 pessoas, e conta com momentos teóricos e práticos, jogos e simulações, totalizando quatro horas para adultos e jovens, e oito horas para as crianças. Os principais temas abordados são o funcionamento da rede de urgências e emergências do município e como a acionar corretamente, o manejo da convulsão e síncope, da parada cardiorrespiratório (PCR), do engasgo, das quedas, de ferimentos e também o correto manejo de queimaduras, além, é claro, da prevenção de acidentes, principalmente para as crianças e jovens.
Conforme explica Fernanda Welter, enfermeira responsável pelo Numesc, a maioria das vezes as pessoas não sabem como proceder em uma situação de emergência. “O que fazemos nessas capacitações é ensinar os primeiros socorros e orientar como chamar os serviços de emergência, para que uma pessoa leiga possa fazer a abordagem inicial adequada e até mesmo o salvamento de vidas”, ressalta.
Informações: ASCOM de Feliz