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Acusado de matar personal trainer e deixar corpo em calçada vai a júri em Montenegro nesta quinta-feira

Acusado de matar personal trainer e deixar corpo em calçada vai a júri em Montenegro nesta quinta-feira

05/03/2025 às 07:16

Alexsandro Alves Gunsch, acusado de matar a personal trainer Débora Michels Rodrigues da Silva, vai a júri nesta quinta-feira, dia 06. A vítima tinha 30 anos e foi encontrada morta em 26 de janeiro de 2024, em frente à casa dos pais, em Montenegro.

 

O júri acontece a partir das 08h, no fórum da cidade. O réu, de 48 anos, é ex-companheiro da vítima e está preso preventivamente na Penitenciária Estadual de Canoas. Ele é acusado de homicídio qualificado por feminicídio (cometido contra mulher em contexto de violência doméstica e familiar), motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

 

A Vítima, Débora Michels Rodrigues da Silva de 30 anos de idade mais conhecida como Deby, era personal Trainer e instrutora de academia era bastante conhecida na cidade e sua morte causou grande comoção na cidade e região. 

 

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o réu teria cometido o crime de forma premeditada. A motivação seria "a irresignação com o término do relacionamento".


"O fato do homem ter colocado o corpo da vítima na frente da casa de familiares causou um abalo moral, psicológico e emocional aos pais dela", observa o promotor de Justiça Paulo Eduardo de Almeida Vieira, responsável pela denúncia.


O julgamento será presidido pela juíza Débora de Souza Vissoni, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Montenegro. Serão ouvidas sete testemunhas: três de acusação e quatro de defesa, de acordo com o Tribunal de Justiça. Ao final, o grupo formado por sete jurados decidirá se o réu deve ser condenado ou absolvido.

 

Conforme o Ministério Público (MP), Gunsch cometeu o crime na residência do casal, por volta das 3h do dia 26 de janeiro, de forma premeditada, por esganadura, ao levantar Débora do chão até que ela desfalecesse.
Logo depois, Gunsch teria abandonado o corpo em frente à casa dos pais de Débora, enrolada em um cobertor. A certidão de óbito atestou que a causa da morte foi asfixia mecânica.


O homem foi preso preventivamente dois dias após o crime. À polícia, ele teria confessado, dizendo que os dois começaram a discutir em casa, mas que a discussão acabou virando uma briga com mútuas agressões.

 

 

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